Posse trabalhada e talento criativo definem a atual campeã do mundo, fiel representante da escola sul-americana, onde a bola colada ao pé, as combinações curtas e o drible desequilibrante ditam o ritmo do jogo. Do outro lado, a seleção helvética da Suíça personifica o rigor da Europa Central: estrutura tática bem organizada, pressão coordenada e enorme capacidade para castigar qualquer erro com transições rapidíssimas.
As duas seleções já se cruzaram nos oitavos de final de um Mundial decidido no prolongamento, num duelo fechado que a Albiceleste conseguiu desbloquear nos minutos finais — um precedente que alimenta um respeito mútuo absoluto. Numa fase de grupos em que um deslize pode complicar (e muito) a qualificação, cada encontro entre a defensora do título e uma Nati sempre competitiva vive-se com a tensão própria de um jogo a eliminar.
Com o terceiro troféu mundial já nas vitrines após o sucesso no Qatar 2022, a seleção campeã chega a este duelo reforçada por uma final épica frente à França, que elevou definitivamente Lionel Messi à condição de lenda máxima do torneio. À sua volta mantém-se um bloco em plena maturidade, sustentado por jogadores como Julián Álvarez, Lautaro Martínez, Enzo Fernández ou o guardião das redes Emiliano “Dibu” Martínez, capazes de assegurar um nível competitivo altíssimo.
A equipa suíça, por sua vez, chega a esta grande etapa depois de ultrapassar a fase de grupos no Qatar e alcançar os oitavos de final, apoiada na liderança de Granit Xhaka, na solidez de Manuel Akanji e na experiência ofensiva de Xherdan Shaqiri. Não fiques de fora: garante já os teus bilhetes e vive ao vivo um duelo entre uma potência histórica do futebol e uma seleção que nunca desiste.