17 fev
Ter
•16:30
Anderson Family Field • Fullerton
Posse, pausa e talento entre linhas definem a atual campeã do mundo, tricampeã histórica, decidida a mandar desde o primeiro passe. Do outro lado, a seleção nipónica apresenta um guião bem diferente: pressão alta coordenada, ritmo vertiginoso e transições elétricas, o mesmo futebol destemido com que derrubou a Alemanha e a Espanha no Catar 2022.
Sem confrontos entre ambas em fases finais de Mundiais, os particulares já deixaram duelos intensos e fases de domínio alternado para cada lado. Num grupo em que cada bola dividida pesa, um erro da campeã pode abrir a porta a uma nova surpresa asiática; uma rajada de precisão albiceleste pode encaminhar a qualificação ainda antes do fim.
A tricampeã aterra neste Mundial depois de se coroar em 2022, apoiada numa base sólida em torno de Lionel Messi, Julián Álvarez, Lautaro Martínez e Enzo Fernández. A seleção japonesa chega de uns oitavos de final no Catar, após liderar um grupo com potências europeias, impulsionada pelo comando de Wataru Endo e pelo desequilíbrio de Kaoru Mitoma, Takefusa Kubo e Ritsu Doan.
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