Virgil van Dijk personifica a identidade de uma seleção neerlandesa que chega ao Mundial 2026 com a sua marca registada: saída de bola limpa, centrais com coragem para conduzir, laterais que sobem sem medo e um ataque apoiado numa mobilidade constante entre linhas. O Haiti apresenta o guião oposto: intensidade física, ritmo frenético, coragem no um contra um e avançados que atacam qualquer espaço livre.
É a escola de toque e paciência dos tulipanes frente à eletricidade caribenha. Sem duelos anteriores em Mundiais entre estas duas seleções, cada choque, cada pressão e cada transição escrevem um novo capítulo desta rivalidade. Num grupo em que o empate sabe a pouco e uma vitória pode baralhar toda a classificação, o encontro entre a Oranje e os caribenhos joga-se sem rede desde o primeiro minuto.
A seleção laranja orgulha-se de três finais de Campeonato do Mundo e de um papel de protagonista no Qatar 2022, onde alcançou os quartos de final liderada por nomes como Virgil van Dijk, Frenkie de Jong e Cody Gakpo. Já a seleção haitiana, que disputou o seu único Mundial em 1974, regressou ao grande palco através da Gold Cup e da Liga das Nações da CONCACAF, impulsionada por goleadores como Duckens Nazon e por um grupo habituado a competir até ao limite.
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