Christian Pulisic personifica o vertigem ofensivo de uma jovem seleção norte-americana, que chega ao torneio depois de uns oitavos de final de grande nível no Qatar 2022, habituada a pressionar bem alto, correr no limite e castigar a área adversária com transições fulminantes.
A seleção dos Faraós mantém a tradição vencedora do continente, com uma escola que combina técnica, calma e arrancadas em profundidade, moldada ao longo de anos de domínio na Taça das Nações Africanas. Em campo, o físico e a energia do conjunto norte‑americano medem forças com a experiência e a qualidade do combinado africano. Numa fase de grupos de um Mundial, cada recuperação, cada contra‑ataque e cada bola parada podem ser decisivos na luta pelo apuramento.
Mohamed Salah lidera a seleção mais titulada do continente, um conjunto do Nilo que ostenta sete Taças das Nações Africanas e que se organiza em torno do seu desequilíbrio constante.
Do outro lado, a seleção dos Estados Unidos confia na liderança ofensiva de Christian Pulisic e no trabalho incansável no meio‑campo de Weston McKennie e Tyler Adams, jogadores plenamente afirmados na elite europeia. Dois projetos ambiciosos entram em campo desde o primeiro minuto, num duelo EUA–Egito de ritmo intenso e talento a transbordar: garante já os teus bilhetes e vive ao vivo uma batalha com um sabor plenamente mundialista.