Depois da sua passagem pelo Catar 2022, a seleção norte-americana chega com uma geração que já provou ter personalidade: pressão alta, mecanismos bem trabalhados e muito ritmo pelos flancos. A equipa escandinava aterra com um registo diferente, mas igualmente letal: aposta no jogo direto quando é preciso, explora a força física nos duelos e apoia-se numa referência ofensiva que prende os centrais e abre espaços.
Em campo estarão frente a frente a intensidade e o dinamismo das barras e estrelas contra a contundência do bloco nórdico, duas escolas modernas que misturam poder físico e talento. Sem um historial de confrontos marcantes em Mundiais entre ambas, o respeito constrói-se a partir do presente: qualquer uma tem argumentos para desferir o primeiro golpe.
Numa fase de grupos em que um deslize te obriga a correr atrás do prejuízo, cada perda de bola, cada cruzamento e cada lance de bola parada neste EUA–Noruega pode valer meia classificação.
Impulsionada pelos oitavos de final alcançados no Catar 2022, a equipa dos Estados Unidos apresenta-se com Christian Pulisic como farol ofensivo, Weston McKennie a mandar nas transições e Tyler Adams a garantir o equilíbrio.
Do outro lado, a seleção nórdica, ausente na última edição do Mundial mas em clara ascensão na Europa, exibe uma coluna vertebral temível, com Erling Haaland como finalizador implacável e Martin Ødegaard a ditar o ritmo entre linhas. São dois projetos jovens e ambiciosos, cheios de estrelas globais frente a frente. Não fiques pelo resumo: garante já os teus bilhetes e vive ao vivo um EUA–Noruega que pode decidir o rumo do grupo.