Posse, pressão e criatividade ofensiva definem a seleção mais titulada da história dos Mundiais, dona de cinco coroas e de um ADN inconfundível: passe vertical, drible em espaços curtos e uma frente de ataque habituada a encarar sem medo.
De outra realidade futebolística surge o atual campeão asiático de 2019, um bloco que assenta na disciplina tática, no rigor coletivo e nas transições rápidas. Com quase nenhuma experiência em fases decisivas, o respeito mútuo nasce precisamente desse choque de identidades: potência histórica frente a seleção em plena ascensão, lampejos de génio contra mecanismos afinados ao detalhe.
Numa fase de grupos onde um deslize te obriga a remar contra a maré, cada perda de bola, cada duelo individual e cada lance de bola parada deste Brasil–Qatar pode transformar-se num passo rumo aos oitavos… ou num tropeção difícil de corrigir.
No Mundial disputado em solo catariano, a Canarinha chegou aos quartos de final e consolidou a liderança de uma geração comandada por Vinícius Júnior e Rodrygo, com Marquinhos como pilar defensivo e Alisson a mandar na sua área.
Apesar da aprendizagem dura enquanto país anfitrião, a seleção árabe mantém um núcleo facilmente reconhecível, com Akram Afif, Almoez Ali e Hassan Al-Haydos como principais ameaças no ataque. São as cinco estrelas bordadas frente ao recente campeão continental, um duelo que combina estatuto, fé no talento e fome de protagonismo. Nada de te ficares pela televisão: garante já os teus bilhetes e vive ao vivo um Brasil–Qatar capaz de inclinar o destino do grupo logo na primeira jornada.